Causas da Decadência dos Povos Peninsulares

Causas da Decad ncia dos Povos Peninsulares Com pref cio de Eduardo Louren o Revisita o da Mitologia Anteriana E ainda tr s anexos Programa das Confer ncias Democr ticas Portaria do Minist rio do Reino proibindo as Confer ncias Carta de An

  • Title: Causas da Decadência dos Povos Peninsulares
  • Author: Antero de Quental
  • ISBN: 9789728955700
  • Page: 384
  • Format: Paperback
  • Com pref cio de Eduardo Louren o, Revisita o da Mitologia Anteriana E ainda tr s anexos Programa das Confer ncias Democr ticas , Portaria do Minist rio do Reino proibindo as Confer ncias , Carta de Antero dirigida ao presidente do Conselho de Ministros , todos eles obviamente relacionados com as Confer ncias do Casino de 1871, onde o texto foi originalmente lido.

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      384 Antero de Quental
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      Posted by:Antero de Quental
      Published :2019-03-13T15:42:45+00:00

    About "Antero de Quental"

    1. Antero de Quental

      Antero Tarqu nio de Quental or do Quental, old spelling Anthero, Portuguese poet, was born in Ponta Delgada on S o Miguel Island, in the Azores, into one of the oldest families of the provincial captaincies on the island, his parents being Ana Guilhermina da Maia Quental, a devout Roman Catholic and Fernando de Quental, a veteran from Portuguese Liberal Wars himself a son of a veteran from Napoleonic Wars and also a liberal enthusiast that befriended and found himself locked up with the great poet Manuel Maria Barbosa de Bocage for his political pursuits He was also a descendant of Frei Bartolomeu de Quental, founder of the Congregation of the Oratory in Portugal.His mother raised him in such fashion that his upbringing would have an enduring impact in all his mystical reflections, even when they drifted apart from an assumed religious perspective.He soon started taking French lessons under Ant nio Feliciano de Castilho, a leading figure of Portuguese romantic poetry who at the time resided in Ponta Delgada and by the time he was 7 he was enrolled in Liceu A oriano, a private school, and taking English lessons.In August 1852, he moved with his mother to the Portuguese Capital Lisbon, where he studied at Col gio do P rtico, whose headmaster was his already known tutor Castilho The institution soon closed doors, and Antero returns to Ponta Delgada in 1853.By 1855 he is again in Lisbon, and the next couple of years find him already in Coimbra where he graduates from high school at Col gio de S Bento in 1857 In September of the next year he enrolls in the University of Coimbra and soon distinguished himself by unusual talent, as well as turbulence and eccentricity He began to write poetry at an early age, chiefly, though not entirely, devoting himself to the sonnet After the publication of one volume of verse, he entered with great warmth into the revolt of the young men which dethroned Ant nio Feliciano de Castilho, the chief living poet of the elder generation, from his place as dictator over modern Portuguese literature He then travelled, engaged on his return in political and socialistic agitations, and found his way through a series of disappointments to the mild pessimism, a kind of Western Buddhism, which animates his latest poetical productions His melancholy was increased by a spinal disease, which after several years of retirement from the world, eventually drove him to suicide in his native island.Antero stands at the head of modern Portuguese poetry after Jo o de Deus His principal defect is monotony his own self is his solitary theme, and he seldom attempts any other form of composition than the sonnet On the other hand, few poets who have chiefly devoted themselves to this form have produced so large a proportion of really exquisite work The comparatively few pieces in which be either forgets his doubts and inward conflicts, or succeeds in giving them an objective form, are among the most beautiful in any literature The purely introspective sonnets are less attractive, but equally finely wrought, interesting as psychological studies, and impressive from their sincerity A healthy participation in public affairs might have saved him, but he seemed incapable of entering upon any course that did not lead to delusion and disappointment.As a prose writer Quental displayed high talents, though he wrote little His most important prose work is the Considera es sobre a philosophia da historia literaria Portugueza, but he earned fame by his pamphlets on the Coimbra question, Bom senso e bom gosto, a letter to Castilho, and A dignidade das lettras e litteraturas officiaes.His friend Oliveira Martins edited the Sonnets Oporto, 1886 , supplying an introductory essay and an interesting collection of studies on the poet by the leading Portuguese writers appeared in a volume entitled Anthero de Quental In Memoriam Oporto, 1896 The sonnets have been turned into most European languages

    461 thoughts on “Causas da Decadência dos Povos Peninsulares”

    1. "Entre o senhor rei de então, e os senhores influentes de hoje, não há tão grande diferença: para o povo é sempre a mesma servidão. Éramos mandados, somos agora governados, os dois termos quase que se equivalem. () Finalmente, do espírito guerreiro da nação conquistadora, herdámos um invencível horror ao trabalho e um íntimo desprezo pela indústria. Os netos dos conquistadores de dois mundos podem, sem desonra, consumir no ócio o tempo e a fortuna, ou mendigar pelas secretarias u [...]


    2. Este livro, que parte do discurso de Antero de Quintal com o mesmo nome, é uma das melhores obras para compreender o porquê do génio peninsular entrou e permanece em decadência. É um pequeno e conciso livro que qualquer ibérico deve ler para compreender a verdade do seu atraso civilizacional e para trazer luz sobre o que é ser peninsular (aconselho até uma leitura paralela com a História Da Civilização Ibérica de Oliveira Martins)É um livro que se mantém actual e com o qual podemos [...]


    3. Livro a meu ver quase obrigatório para as escolas portuguesas (e até espanholas) que nem sei como não é mais falado. Cabia perfeitamente em um programa escolar. É fácil de se ler, curto e eficaz. Com tantos livros que se dá análise nas escolas, que muitos, lá no fundo não enriquecem assim tanto e é mais do mesmo. Este poderia estar no programa.Este livro é um reflexo da história e sociedades Portuguesas e Espanholas, que dá tanto para os Portugueses e Espanhóis Peninsulares, como [...]


    4. Antero de Quental apresenta nesta obra, escrita para ser lida nas Conferências do Casino, as causas, na sua opinião, do atraso civilizacional nos países peninsulares (Portugal e Espanha). De acordo com o autor estas seriam: a Reforma Católica conduzida pelos Jesuítas, reforma esta que, após o Concílio de Trento, estabeleceu a Inquisição, estabeleceu uma série de livros e assuntos "proíbidos, a indocritinação dos povos e conversão de judeis, a autoridade papal enquanto voz suprema d [...]


    5. Mais uma leitura para a universidade - e no meio de tantas obras literárias enormes, como a Iliada,Odisseia,Metamorfoses,Inferno, etc, este pequeno texto expositivo argumentativo, com as suas escassas 120 páginas em contraste com os restantes com mais de 500, foi bem vindo, embora continuasse reticente pela sua temática, uma vez que não vai de encontro aos meus gostos pessoais e decerto não seria algo que escolheria voluntariamente para ler.Surpreendeu-me,contudo, pela sua concisão de pens [...]


    6. Estamos condenados a um destino subalterno e humilhante que nos entorpece? Antero de Quental revela as causas desta nossa desgraça: 1- concílio de Trento, onde a igreja de Roma consegue subjugar países como Portugal e Espanha; 2- absolutismo monárquico obscurantista; 3- descobrimentos (?): de D. João I até 1640, a população em Portugal caiu de 3 milhões para 1 milhão. A agricultura desapareceu, a indústria não se desenvolveu, etc. Apesar de ter sido uma epopeia conduzida por grandes [...]


    7. Discurso dado en el Casino de Lisboa en 1871 por Antero de Quental, que a pesar del tiempo que ha pasado, no deja de tener un punto de actualidad. Buen análisis del porqué dos imperios como fueron el portugués y el español se hunden y quedan en la sombra para siempre. Por supuesto que hay más razones, los errores del siglo XX añadirían más leña al fuego y claro que no todo lo que hacen los demás está bien. Un canto a no resignarse y a luchar por ser mejores.




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